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APRESENTAÇÃO

Peça teatral de autoria de Edu Brisa, concebido no Seminário de Dramaturgia do Arena, com a orientação do Mestre Chico de Assis no ano de 2009, ganha em 2019 sua primeira montagem.

 

A peça é um retrato da sociedade injusta na qual vivemos, onde a voz dos mais pobres não ecoa, mas se perde em meio às condições de vida precárias na qual sobrevivem. É uma reflexão sobre as demandas da vida e a busca pela sobrevida e sem muito o que esperar, os personagens se agarram a uma única esperança de ampliar a própria voz: o MEGAFONE. E qual o preço que se paga? “O Homem-Mega-Fone” foi escrito há dez anos atrás e está mais atual do que nunca. A falta de caráter dos personagens revelam a perversidade intrínseca na sociedade brasileira. A disputa do megafone e do merecimento do mesmo passa por caminhos tortuosos e questionadores de uma visão distorcida do certo e errado. O único personagem mais livre desse “mau-caratismo” é o “Menino-Mega-Fone”, um garoto que tem como herói o “Homem-Mega-Fone” que o ensinou a fazer tudo o que sabe e mais, ensinou que o trabalho de catador é de importância crucial na vida da cidade.

Fazer a montagem desse texto nos dias de hoje é abrir espaço para reflexão do que somos enquanto sociedade. O que nos move e o que nos perturba. É abrir caminhos para a conscientização de um mundo injusto e precário que nos domina e que devemos, enquanto seres sociais, criar mecanismos de mudança.

 

SIN0PSE

A peça retrata a luta pela sobrevivência apresentando um ambiente comum no cenário brasileiro: O trabalho informal dos que transformam o lixo de alguns em pão de cada dia. Em paralelo, O HOMEM-MEGA-FONE abre mão de seu megafone e o carrinho de catador para entrar na disputa das eleições municipais. "Ele quer ser vereador". Diz ser a voz do povo, a voz de Deus, mas o povo tem sua própria voz.

 

FOTOS

 

VIDEO NA INTEGRA